Agricultura

Família aplica R$ 1,3 milhão em aviário.

Com nova estrutura propriedade passa a alojar 140 mil aves por lote e encaminha sucessão

Marques de Souza - Alcione Zangalli, de Picada Serra, atua na criação de frangos faz 31 anos. Começou alojando 8 mil aves em um aviário. Há oito anos construiu um primeiro aviário no modelo Dark House.

Com incentivos da prefeitura, ele vai construir mais um e com isso passa a alojar 140 mil frangos por lote. Será aplicado um valor de R$ 1,3 milhão na estrutura. “Com certeza este auxílio é primordial e sem ele nem teríamos condições de o fazer. O produtor se tornou um empresário e geramos mais retorno que muitas empresas.”

Zangalli foi escolhido pela integradora pelo terceiro ano consecutivo como avicultor destaque. A conquista motiva novos investimentos e com foco na permanência do filho Cristian, 16. “Aqui ele terá qualidade de vida e estabilidade financeira, sendo dono do negócio.”

Tecnologia

Pelo sistema adotado, Zangalli tem o controle do aviário durante as 24h do dia na palma da mão, além de garantir ganhos como melhor conversão alimentar, menor taxa de mortalidade e redução no tempo de alojamento.

As aves ficam entre 30 e 32 dias e são abatidas com média de 1,4 quilos. Toda produção é exportada. “Temos menos trabalho, mais eficiência, ganhamos em produtividade e melhor remuneração.”

 

Capacidade para empreender

O prefeito Fábio Mertz (PP) visitou a terraplenagem concluída nos últimos dias. “Aqui teremos a sucessão garantida. Este é o objetivo, criar renda e proporcionar qualidade de vida para os jovens empreender e ficar no campo.”

Nos últimos meses 14 projetos já foram concluídos e terão a capacidade de alojar 1.350.000 frangos por lote, o que representa um aumento de 60% do setor. Como forma de auxílio, a prefeitura faz o serviço de terraplenagem (são 1.5 horas a cada 10m2 construídos).

 

Foto Giovane Weber/FW Comunicação

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Agricultura

Casal aposta na produção de morangos sem agrotóxicos.

São três estufas construídas e 9 mil mudas em frutificação por ciclo. Venda é feita diretamente ao consumidor final

Marques de Souza - Cristina Stein e André Horn, de Lajeado, decidiram trocar de profissão no início de 2019. Em uma área de terras localizada em Picada Flor, interior de Marques de Souza, montaram em junho a primeira estufa para produzir morangos sem agrotóxicos. 

Cristina trabalhava como Design de Interiores e André na área da Construção Civil. São cultivadas as variedades Monterey e Albion, ambas da Espanha, e San Andreas, de origem Argentina.

Hoje são três estufas construídas e 9 mil mudas em frutificação por ciclo. Conforme Cristina existem  duas remessas de mudas, uma entregue a partir de março e outra a partir de junho. “Após o plantio a produção inicia entre 60 e 90 dias.”

O casal cuida de todos os processos, desde o plantio, limpeza, controle sanitário, colheita, seleção, embalagem e venda. “Acreditamos que a dedicação, carinho e compromisso com o cliente ajudam a fidelizar”, destaca André.

A venda é feita direta para consumidor final em embalagens de 1 kg ao valor de R$ 28. Outro diferencial está no sabor, o qual está relacionado a vários fatores como, adubação, manejo e clima.

“O controle das pragas é feito através de produtos biológicos. Somos totalmente contra o uso de agrotóxicos. E fazemos questão de colocar nas nossas embalagens que oferecemos um produto natural.”

Além dos morangos, devido a grande demanda e procura por alimentos saudáveis, outras culturas estão sendo acrescentadas como verduras, aipim e frutas cítricas.

 

Alimentos saudáveis

O prefeito Fábio Mertz (PP) visitou a propriedade para conhecer o cultivo. “As pessoas cada vez mais buscam por alimentos saudáveis, livres de agrotóxicos. Este é um exemplo fantástico, onde os produtores aliam a preservação da natureza, dos recursos naturais e a saúde, tanto quem trabalha como de quem consome.”

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Agricultura

Cheque Leite distribui mais de R$ 168 mil

Programa beneficia 164 famílias. Juntas produziram 8,9 milhões de litros e movimentaram R$ 16,7 milhões

Marques de Souza – Com o objetivo de reconhecer a importância do setor para a economia e do trabalho exercido pelas famílias, a Secretaria da Agricultura começa a organizar a distribuição do Cheque Leite.

Conforme o secretário Diego Bazzo, a entrega dos valores ocorre a partir de abril. “O bônus repassado ao produtor equivale a 1% do valor movimentado e registrado em seu talão durante o ano de 2021. O valor mínimo de venda deve chegar a R$ 6 mil e com isso o retorno será de R$ 100.”, explica.

Este ano as 164 famílias beneficiadas receberão um montante de R$ 168.120,00. Juntas produziram 8.904.722 litros e movimentaram R$ 16.717.505,13. Para Bazzo o auxílio é importante diante do cenário que a cadeia produtiva enfrenta nos últimos meses.

“Os custos estão bem elevados e o preço estagnado ou mesmo em queda. Com este cheque será possível investir na compra de sementes forrageiras, insumos, equipamentos ou mesmo na infraestrutura para melhorar a produtividade e a qualidade do produto e consequentemente os lucros.”

  

Cadeia importante

Segundo o prefeito Fábio Mertz (PP) a cadeia leiteira é muito importante para a economia do município, com grande impacto social e a que mais envolve produtores no meio rural.

Tendo em vista a constante oscilação dos preços e do valor dos insumos, a prefeitura criou o incentivo para equilibrar os custos e até elevar um pouco os ganhos.

“O setor leiteiro é o mais frágil em comparação com os demais como aves e suínos, onde as integradoras oferecem mais subsídios e estabilidade. Este valor que repassamos é uma forma de motivar, elevar os ganhos e até proporcionar a sucessão.”

 

Números:

Litros

8.904.722

 

Movimentação financeira

R$ 16.717.505,13

 

Valor distribuído

R$ 168.120,00

 

Observação: referente aos 164 produtores cadastrados e beneficiados com o programa

Fonte – Secretaria da Agricultura

 

Foto Divulgação

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Veterinária alerta sobre os perigos da carne clandestina

Campanha reforça importância do consumidor observar se o produto está dentro das normas exigidas por lei

O Serviço de Inspeção Municipal faz um alerta à população sobre os perigos do consumo de carne sem procedência ou de origem clandestina.

Conforme a veterinária Simone R. Dadall, o objetivo é avisar e fazer advertência acerca do problema, lembrando a importância de observar se o produto foi inspecionado e possui a garantia de qualidade.

Entre os aspectos que devem ser analisados pelo consumidor ao comprar carne, os destaques são o selo de inspeção presente nas embalagens ou no caso das carnes in natura o carimbo de inspeção e a forma como os itens são acondicionados.

“Ao adquiri-las, deve-se observar a presença do selo de Inspeção, seja ele municipal (SIM), estadual (Cispoa) ou federal (SIF), que atestam a qualidade da mercadoria, se a forma de armazenamento do produto estão conforme a indicação do rótulo (temperatura de estocagem) e as condições higiênico-sanitárias dos estabelecimentos”.

Ela reforça que os açougues, casas de carnes e demais estabelecimentos que comercializam carnes in natura e demais produtos de origem animal devem ter alvará expedido pela Vigilância Sanitária do município.

Além disso, sempre que solicitado, estes devem demonstrar, através de notas fiscais e demais documentos comprobatórios, a origem dos produtos de origem animal vendidos.

 

Evite produtos irregulares

Conforme Simone, a ingestão de produtos obtidos a partir do abate clandestino, sem a devida inspeção veterinária oficial, pode causar intoxicações alimentares e ser veículo de zoonoses, ou seja, doenças transmitidas pelos animais aos seres humanos.

Entre estas estão a teníase, a cisticercose, a tuberculose, a brucelose e a toxoplasmose, todas patologias graves e que podem levar à morte. “A principal dica é prestar atenção na procedência do alimento.”

A carne clandestina é um grande risco e a investigação inclusive poderá ser remetida à polícia, tendo em vista que um grande montante de carne clandestina é proveniente do roubo de cargas no País e do abigeato praticado na zona rural.

 

Importante

Os produtos de origem animal devem conter na embalagem o carimbo do Serviço de Inspeção, que pode ser: Federal (SIF), Estadual (SIE) e Municipal (SIM). É a garantia de que o alimento foi produzido de acordo com as normas higiênicas e sanitárias.

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Agroindústria mantém tradição de produzir melado

Receita é preservada por gerações. Diferencial do produto está na qualidade e no fato de ser natural, sem uso de conservantes  

Marques de Souza – O cultivo de cana de açúcar, iniciado há mais de 60 anos como fonte de alimento para os animais na propriedade da família Fuchs, em Tamanduá, virou uma fonte de renda com a construção de uma agroindústria em 2009.

A estrutura, erguida com auxílio da Emater e secretaria da Agricultura, ajudou na legalização de todo processo e abriu novos mercados. São respeitadas todas as normas de higiene exigidas para o processamento, que se inicia na colheita da cana, na moagem, no processamento e na expedição do produto.

“Este é nosso diferencial, a elaboração de um produto natural, sem conservantes, de qualidade, e respeitando o meio ambiente”, destaca Rudimar.

Fuchs enaltece a tradição de produzir melado para o consumo familiar, porém, percebendo a necessidade de partir para o comércio formal, tiveram a necessidade de construir e legalizar o negócio, realizando cursos, investindo no prédio e em equipamentos adequados.

“Isso facilitou nosso trabalho, pois estamos num ambiente saudável, adequado, e produzindo alimentos que fazem bem para a saúde das pessoas.”

 

Falta de matéria-prima

O corte e preparo é feito entre uma e duas vezes por semana, conforme disponibilidade de tempo. São processados em média 50 quilos por moagem.  No entanto, a demanda é bem maior, mas em função da falta de mão de obra e aliado à estiagem, a oferta de cana de açúcar caiu em 40% na lavoura e prejudicou o rendimento.  

“O canavial não se desenvolveu com a ausência de umidade. São três anos de seca seguidos. Não temos sucessores e por isso não conseguimos aumentar a oferta e nem a área.”

São três hectares de cana da variedade branca e o corte é feito sempre num intervalo de 18 meses, dentro de condições normais de clima. Para obter um produto de qualidade, o grau brix precisa chegar a 17. A produção de melado é feita durante o ano todo, com maior procura sempre nos meses de inverno.

Entre os segredos para ter um produto de qualidade, Fuchs destaca os cuidados com o solo, na hora de cozinhar e de esfriar no batedor. “São detalhes que fazem toda diferença.”

A venda, em diferentes embalagens (a granel e potes), é feita diretamente na casa, localizada de frente para a BR-386, em mercados e fruteiras de toda região.

 

Saudável

Segundo Diego Bazzo, secretário da Agricultura, a agroindústria Fuchs é um empreendimento de cadeia curta, ou seja, a matéria-prima é produzida e processada na propriedade, e a produção, comercializada diretamente ao consumidor.

“Com isso, o produtor agrega valor à sua produção e o consumidor pode adquirir um produto mais nutritivo e saudável”, afirma.

 

Fotos Giovane Weber/FW Comunicação

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Descarte corretamente o óleo de cozinha

A partir do mês de maio, o município, através do Departamento de Meio Ambiente, vai dispor de bombonas em locais estratégicos para o descarte ambientalmente correto do óleo de cozinha usado.

Segundo o coordenador do Departamento de Meio Ambiente, Elemar Camargo, este, ao ser descartado, deverá estar acondicionado em recipiente fechado, preferencialmente em garrafas PET, as quais deverão ser depositadas íntegras dentro das bombonas.

“Além de não causar prejuízos ao meio ambiente, o material reciclado serve para produzir sabão, biodiesel, tintas e outros produtos.”

 

Locais

  1. Prefeitura Municipal – Centro Administrativo
  2. Subprefeitura do Distrito de Bela Vista do Fão
  3. Subprefeitura do Distrito de Tamanduá
  4. STR Supermercado
  5. Restaurante e Lancheria Bella Marques

 

Foto Giovane Weber/FW Comunicação

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Bônus Leite beneficia 164 famílias

O município efetuou o pagamento do Programa Bônus Leite no valor de R$ R$ 168.120,00. De acordo com o prefeito Fábio Mertz (PP) o pagamento é feito ao produtor com base na movimentação financeira registrada em seu talão durante o ano de 2021 com a atividade. “Equivale a 1% de todo montante registrado ao longo de 12 meses.”

Juntas, as 164 famílias beneficiadas, venderam 8.904.722 litros e movimentaram R$ 16.717.505,13. “O setor leiteiro é muito importante para a economia do município, com grande impacto social e o que mais envolve produtores no meio rural.”

 

Os dez primeiros colocados

Produtor

Litros vendidos

Valor movimentado

Bônus

Localidade

Luiz Carlos Barkert

284.205

R$ 609.114,00

R$ 6.100,00

Linha Perau

Rafael Luiz Stacke

271.001

R$ 571.393,00

R$ 5.720,00

Picada May

Paola Closs Wommer

236.060

R$ 504.096,00

R$ 5.050,00

Sede

Waldi Deicke

206.558

R$ 423.937,00

R$ 4.240,00

Linha Bastos

Gabriela Degasperi

211.331

R$ 414.875,00

R$ 4.150,00

Tamanduá

Marcio Derli Scherer

198.575

R$ 393.173,00

R$ 3.940,00

Linha Orlando

Carlos Henrique Arend

192.281

R$ 386.448,00

R$ 3.870,00

Picada Serra

Sérgio Alfredo Eckhardt

166.978

R$ 343.472,00

R$ 3.440,00

Alto Tigrinho

Vilson Claiton Auler

160.158

R$ 305.003,00

R$ 3.060,00

Linha Atalho

Dorival Irineu Stacke

137.061

R$ 296.091,00

R$  2.970,00

Linha Perau

 

Foto Giovane Weber/FW Comunicação

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Com incentivos produtor ampliará granja de suínos

Família Wessel recebe auxílio para construir um novos galpão e alojar 1,2 mil animais

O suinocultor Paulo Wessel, 51, da localidade de Alto Tigrinho, pretende investir R$ 1,4 milhão em um novo galpão para alojar até 1,2 mil suínos por lote. Com ajuda do filho Daniel, 24, da filha Daiane, 19, e da mulher Isolde, 46, administra uma granja com 3,2 mil animais alojados.

“Iniciamos na atividade faz oito anos. Estes incentivos concedidos pela prefeitura nos permitem fazer novos investimentos, garantir a sucessão, ter mais renda e qualidade de vida.”

Os animais chegam com peso entre 22 e 33 quilos e são abatidos com média de 146 quilos. Cada lote permanece alojado até 145 dias. Além da tecnologia implantada nos galões para facilitar o trabalho e elevar a conversão.

Wessel aposta em um outro equipamento, o acelerador de compostagem, comprado de uma empresa de São Paulo. “Os animais mortos são triturados e depois viram um composto orgânico dentro da máquina em poucos dias. Torna o processo mais sustentável.”

 

Vontade de investir

Para o filho Daniel os incentivos propiciam inúmeros benefícios. “Será importante para aumentarmos a nossa produção, investir em tecnologias e melhorar a produtividade. Ao mesmo tempo, melhoram a nossa qualidade de vida e nos motiva a permanecer na propriedade da nossa família e investir nela.”

As obras devem iniciar depois da aprovação do financiamento bancário e a liberação da integradora.

 

Modernização das propriedades

O prefeito Fábio Mertz (PP) visitou a propriedade e ressaltou a importância de manter e incrementar os auxílios ao setor primário. “Ficamos extremamente felizes em ver estes jovens investindo. Estamos cientes dos desafios e dificuldades enfrentadas, mas, graças aos incentivos, conseguimos auxiliar na modernização da infraestrutura, na ampliação da produção e assim manter a missão de produzir alimentos.”

 

Fotos Giovane Weber/FW Comunicação

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Encomenda de milho Troca-troca

A Secretaria da Agricultura informa que está aberto o período para encomenda de sementes de milho do Programa Troca-troca SAFRA 2022/23. O prazo encerra dia 17 de junho para os pedidos da etapa Safra.

Na semana seguinte, de 20 a 24 de junho, é possível encomendar sementes para a etapa da Safrinha. Cada produtor poderá solicitar até 6 sacas de sementes de milho por etapa.

Lembrando que para ter direito ao programa é preciso ter Talão de Produtor na cidade. As encomendas serão feitas na Secretaria da Agricultura, localizada no Subsolo da Prefeitura. 

 

Variedades selecionadas

LG 36700 (Convencional)

LG 36799Vip3 (Transgênico)

SH 5050 (Convencional)

SH 7990Pro3 (Transgênico)

Sempre22S18Pro2 (Transgênico)

Kws K9822Vip3 (Transgênico)

Biomatrix BM3063Pro2 (Transgênico)

 

Observação – estas variedades foram selecionadas pelos técnicos da Emater e Secretaria da Agricultura. No catálogo existem outras opções disponíveis aos produtores na hora da encomenda.  

 

Foto Divulgação

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Inicia a Declaração Anual de Rebanho

Obrigatória para os produtores rurais, processo se estenderá até 31 de outubro. Formulários específicos deverão ser preenchidos para cada tipo de espécie animal que seja criada na propriedade, como equinos, suínos, bovinos, aves, peixes, entre outros.

O produtor deve ir até a Secretaria da Agricultura, entre às 7h30min e 11h30min e das 13h às 17h, de segunda a sexta-feira, e informar verbalmente os dados a serem lançados de sua propriedade. Outra opção é acessar o link www.agricultura.rs.gov.br/declaracao e preencher virtualmente o questionário.

 

Foto Giovane Weber/FW Comunicação 

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Inspetoria emite alerta sanitário para raiva herbívora

Veterinária orienta produtores a vacinar ou revacinarem seu rebanho para prevenir a doença

A Secretaria da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural (Seapdr) emitiu esta semana alerta sanitário para a raiva dos herbívoros e está orientando os produtores rurais a vacinar ou revacinarem seu rebanho para prevenir a doença.

De janeiro até a primeira semana de junho deste ano foram registrados 39 focos em 20 municípios. Em todo o ano de 2021, foram notificados 48 focos em 21 municípios.

Os municípios com focos identificados neste ano são Barra do Ribeiro, Bossoroca, Caçapava do Sul, Caiçara, Candiota, Cerro Grande do Sul, Eldorado do Sul, Glorinha, Gravataí, Itacurubi, Muçum, Novo Hamburgo, Santa Margarida do Sul, Santiago, Santo Antônio das Missões, São Borja, São Gabriel, São Lourenço do Sul, São Sepé e Unistalda.

“Nós estamos esperando um grande aumento no número de focos no Rio Grande do Sul, por isso este alerta sanitário, para que os produtores tenham consciência da necessidade de proteger seus animais”, alerta o coordenador do Programa de Controle de Raiva Herbívora da Secretaria da Agricultura, Wilson Hoffmeister.

 

Cuidado com a captura

 De acordo com a médica veterinária Mariane Gomes, da Inspetoria Veterinária de Marques de Souza, os produtores devem comunicar imediatamente caso percebam animais com sintomas ou encontrarem refúgios de morcegos-vampiros.

“Não tentem capturá-los por conta própria. Este procedimento deve ser feito somente pelos Núcleos de Controle da Raiva do Estado, devidamente capacitados e vacinados contra a raiva.”

As equipes são acionadas pelas regionais da Secretaria da Agricultura sempre que houver laudo positivo para raiva em herbívoro ou se forem constatados altos índices de mordedura em animais de produção (como bovinos, equinos, ovinos e suínos) em determinada região.

 

Para saber

Em 2021, foram emitidos dois alertas sanitários nos meses de junho e outubro. A raiva herbívora é transmitida pelo morcego hematófago Desmodus rotundus. Alguns esconderijos habituais destes morcegos são troncos ocos de árvores, cavernas, fendas de rochas, furnas, túneis, casas abandonadas, entre outros. Para mais informações, acesse: https://www.agricultura.rs.gov.br/pncrh-rs.

 

Foto Divulgação/Seapdr

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Abertas inscrições do Programa Bolsa Juventude Rural

O Programa Bolsa Juventude Rural da Secretaria de Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural (Seapdr) do Governo do Estado está com inscrições abertas até o dia 5 de julho.

Serão destinadas até 712 bolsas no valor total de R$ 2 mil a serem pagas por projeto, a partir do agosto. Assim, cada beneficiário receberá R$ 200 por mês, durante dez meses, independentemente da data de concessão/contratação. 

Os critérios de enquadramento dos jovens - que devem ser estudantes do 2º ou do 3º ano do Ensino Médio de escolas públicas ou estaduais, ter entre 15 e 29 anos de idade, Declaração de Aptidão ao Pronaf (DAP) e renda inferior a R$ 125 mil por ano. 

O edital pode ser encontrado na íntegra no site https://www.agricultura.rs.gov.br/bolsa-juventude-rural. Mais informações pelo telefone (51) 9.9634-9513.

 

Foto Divulgação

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